Tudo começou em 1964, quando José Francisco Borges publicou seu primeiro cordel "O Encontro de Dois Vaqueiros no Sertão de Petrolina". Desde então, a arte de gravar e a representação da cultura nordestina nunca mais foi a mesma.Em uma exposição bem contextualizada, a Caixa Cultural São Paulo exibe trabalhos do gravurista, entre xilogravuras e cordéis, com referências absorvidas do sertão pernambucano. (Espaços Culturais)
Autodidata, o pernambucano ilustrou o calendário da ONU de 2002 e é considerado por Ariano Suassuna o maior gravador popular do país.
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